Para evitar instabilidades, o Google vai começar a bloquear injeção
de código por programas de terceiros no Chrome. Essa interação
normalmente é feita por antivírus ou soluções de acessibilidade e está
presente em dois terços dos usuários do navegador.Segundo o Google, se há algum programa de terceiro injetando código no Chrome, o navegador tem 15% mais chance de travar. Antes das extensões, era preciso instalar
um programa no PC para adicionar funções no Chrome; hoje, porém, não há mais essa necessidade.
Para preservar a experiência do usuário, programas de acessibilidade e métodos de entrada (como o teclado japonês) que são assinados pela Microsoft não serão afetados.
A mudança será gradual. A partir de abril de 2018, caso o Chrome 66 trave, ele mostrará um aviso aos usuários para alertar que há um software de terceiros injetando código e dará instruções para remover o programa.

Exemplo de aviso que o Chrome pode começar a mostrar.
Como aponta o Ars Technica, a Microsoft já tomou uma decisão parecida com o Edge em 2015, porém tudo o que é assinado por ela continua funcionando normalmente. Seria o fim daqueles avisos irritantes do antivírus no navegador?
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